Hospitais de Minas enfrentam dificuldades para contratar profissionais da saúde

Hospitais de Minas enfrentam dificuldades para contratar profissionais da saúde. Em alguns casos, 60% das vagas são destinadas para médicos.

As vagas a serem preenchidas são para médicos enfermeiros e técnicos de enfermagem. Já são quatro chamamentos desses profissionais, principalmente os médicos intensivistas. Contudo, as vagas não são preenchidas desde o início do ano, o que dificulta a expansão de leitos para pacientes com covid-19.

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) quer ampliar mais 66 leitos de terapia intensiva, mas faltam os profissionais. Isso é o que explica a diretora de gestão de pessoal da Fhemig, Alice Guelber.

“Desde o início da pandemia, a Fhemig lançou 29 editais de contratação emergencial e temporária de profissionais de saúde para recompor a força de trabalho. Dessa forma, somando ao quadro de servidores já existentes da fundação, nós temos hoje 106 leitos de UTI de covid em funcionamento. Isso sem contar os 220 leitos de enfermaria de covid. A nossa expectativa é que a gente consiga expandir mais 66 e leitos de Unidade de Terapia Intensiva de covid em todo estado, considerando os hospitais da capital Eduardo de Menezes, João XXIII e Júlia Kubitschek, como também os nossos hospitais em Barbacena, Patos de Minas e Juiz de Fora. A nossa grande dificuldade e o nosso limitador hoje na expansão de leitos é o provimento de vagas, principalmente da categoria médio. Nós temos hoje em aberto quatro chamamentos públicos para contratação de profissionais saúde, sendo que 60% das vagas são destinadas a categoria médica.

Segundo ela a contratação dos profissionais é também para atender pacientes do Hospital João XXIII de urgência e emergência, com traumas de queimaduras e que apresentem sintomas da covid-19.

Ouça a reportagem completa no início da matéria. 

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