Vereador Carlos Bolsonaro tem sigilos fiscal e bancário quebrados pela Justiça no Rio

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos) teve quebrado os seus sigilos bancário e fiscal devido a uma investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) sobre uma possível a contratação de funcionários “fantasmas” no gabinete do parlamentar.

O MP do Rio está investigando se havia um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro. Outras 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados.
Conforme a investigação, aberta em 2019, há indícios que assessores do gabinete de Carlos Bolsonaro não cumpriam a jornada de trabalho de 40 horas semanais, o que faz crer que eles poderiam ser “funcionários fantasmas”.

Ainda conforme a denúncia do MP, Carlos Bolsonaro teria utilizado grandes quantias de dinheiro vivo ao longo dos seus mandatos como vereador.

O MP destacou três ações de Carlos que levantam suspeitas, a compra de um apartamento na Tijuca, zona Norte do Rio, no valor de R$ 150 mil, que foi pago em espécie. A destinação de R$ 15,5 mil, também em espécie, para pagar um déficit na bolsa de valores. E também a declaração de Carlos Bolsonaro ao Tribunal Superior Eleitoral em 2020 de que guardava R$ 20 mil em espécie em sua casa.

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